quarta-feira, 22 de julho de 2015

Uma poesia de amor
Era tudo o que ele queria
Poder falar de amor
O sentimento tão latente e tão necessário
Já não sabia falar de outras coisas, mais nada
Apenas amor
Acordava e dormia pensando no dito cujo
Amor Amor Amor
Até que um dia o impertinente o deixou
Então o pobre homem antes escravizado se sentiu livre
Passou a sorrir e a cantar
Cumprimentava as pessoas que antes não via pelas ruas
Bailava sozinho dentro de casa
Sua vida se encheu de cor e brilho
Novos aromas e sabores inundaram o seu ser
Ah, que prazer era viver novamente
Tão livre, tão leve, tão solto
Mas ele sentia que precisava alertas as pessoas, tinha esse dever para com a humanidade
Precisava de alguma forma informá-las sobre os perigos do amor.
Um dia decidiu escrever e publicar um aviso, um rascunho que fosse, uma nota.
Escreveria suas experiências e infortúnios e então escreveu uma poesia de amor...

Débora Garcia